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POR QUE A TERAPIA COGNITIVA-COMPORTAMENTAL É TÃO EFICIENTE?

July 17, 2017

 

As intervenções psicossociais efetivas compartilham certas características. Elas permitem que o foco seja colocado em problemas atuais e relevantes para o paciente; trabalham de acordo com um modelo claro e estruturado e um plano de tratamento. Além disso, o processo terapêutico acontece numa relação efetiva com o terapeuta. A Terapia Cognitiva-Comportamental é fundada nesses princípios e é essencialmente uma abordagem psicoeducacional. Seu propósito é que os pacientes aprendam novas habilidades de lidar com situações práticas de sua vida e que utilizem essas novas habilidades em diferentes situações de sua vida.

Trabalhamos de forma colaborativa e isso encoraja os pacientes a trabalharem nas mudanças importantes para suas vidas.

Circunstâncias nas quais a Terapia Cognitiva-Comportamental é indicada

O cliente prefere fazer psicoterapia (com ou sem uso de medicamentos);

Pensamentos extremos e disfuncionais estão presentes;

Há redução de atividades e comportamentos de evitação;

O medicamento não proporcionou melhora ou essa melhora foi apenas parcial;

O medicamento apresenta efeitos-colaterais que limita seu tempo de uso;

Há problemas psicossociais que são significantes (exemplo: problemas de relacionamentos, dificuldades no trabalho ou comportamentos desajustados como abuso de álcool e se cortar).

Os estilos de pensamentos disfuncionais

Pessoas com depressão ou ansiedade tendem a ter certas características de pensamento em comum

Elas ignoram os seus pontos fortes, tornam-se muito autocríticas e têm um preconceito contra si mesmas, pensando que elas não podem enfrentar dificuldades;

Elas se debruçam inutilmente sobre passado, presente ou problemas futuros;

Colocam uma inclinação negativa nas coisas, usando um filtros mentais negativos que incidem apenas sobre as suas dificuldades e falhas;

Elas têm uma visão pessimista do futuro e avaliam as coisas de forma desproporcional: fazem previsões negativas sobre como as coisas vão funcionar e saltam para a pior conclusão (catastrofizam);

Elas leem as mentes de outras pessoas e adivinham que os outros pensam mal deles e raramente verificam se isto é verdade;

Elas se sentem injustamente responsáveis se as coisas não saem bem (tendo toda a responsabilidade) e levam as coisas a sério;

Elas fazem declarações extremas e têm elevados padrões que quase sempre são impossíveis de cumprir;

Possuem regras, como: Eu devo/tenho/tenho que ...

No geral, seus pensamentos se tornam extremos, inúteis e fora de proporção.

 

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